2009/07/12

Da agência de notícias ZENIT: Novidades sobre caso de Galileu no Arquivo Secreto Vaticano.

Novidades sobre caso de Galileu no Arquivo Secreto Vaticano em um livro apresentado hoje na Santa Sé.

Por Carmen Elena Villa.
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 2 de julho de 2009 (
ZENIT.org).

Uma nova edição sobre as investigações do processo realizado com Galileu Galilei (1611-1741) foi apresentada nesta manhã em um briefing oferecido na Sala de Imprensa da Santa Sé.
O novo volume intitula-se I ducomenti vaticani del processo di Galileo Galilei (“Os documentos vaticanos do processo de Galileu Galilei”).
A edição esteve a cargo do prefeito do Arquivo Secreto Vaticano, Dom Sergio Pagano.
O livro inclui uma ampla introdução de 208 páginas, uma das novidades com relação à edição ante rior, publicada em 1984.
A publicação se dá no contexto da celebração do Ano da Astronomia, declarado pela Unesco para celebrar os 400 anos do descobrimento do telescópio.
Dom Pagano parte da análise da mais recente e acreditada bibliografia que fala do caso de Galileu.
A antiga edição deste livro antecedia os pronunciamentos realizados pelo Papa João Paulo II, quando concluíram os trabalhos da comissão para analisar o caso de Galileu, entre 1981 e 1992.
Longe de apresentar novas hipóteses interpretativas sobre o caso de Galileu, o autor pretende oferecer ao leitor novos elementos que permitam compreender os documentos do processo.
Durante a apresentação do livro, Dom Pagano compartilhou com os jornalistas sua reflexão pessoal sobre o juízo e a condenação de Galileu.
“O caso de Galileu ensina a ciên cia a não se considerar professora da Igreja em matéria de fé e de Sagradas Escrituras”, declarou.
“E, ao mesmo tempo, ensina a Igreja a abordar os problemas científicos – também os relacionados com a mais moderna pesquisa sobre as células estaminais, por exemplo – com muita humildade e circunspecção”, acrescentou.
Dom Pagano recordou igualmente a situação na qual Galileu morreu.
“Morreu como católico e penitente – disse. Depois de ter escutado a sentença, Galileu disse: ‘Peço duas coisas: crer em minha reta fé e na fé de católico’.”
Este novo livro apresenta alguns documentos que foram descobertos após a abertura dos arquivos da Congregação para a Doutrina da Fé. Também novos materiais bibliográficos que vão da denúncia at& eacute; a condenação.
Igualmente, inclui textos e documentos da Congregação do Santo Ofício, do Arquivo Secreto e da Biblioteca Apostólica Vaticana.
Segundo Dom Pagano, todos os documentos foram relidos sobre os originais do Arquivo Vaticano, da Congregação para a Doutrina da Fé e da Biblioteca Vaticana.

Da agência de notícias ZENIT: “Caritas in veritate” faz da questão social uma questão antropológica.

“Caritas in veritate” faz da questão social uma questão antropológica

Apresentação da encíclica na Espanha
MADRI, quinta-feira, 9 de julho de 2009 (ZENIT.org):

A nova encíclica do Papa não pode ser lida a partir de uma ótica econômica ou política, pois se cairia no reducionismo; deve ser lida a partir de uma ótica antropológica e teológica – indicou a professora da Universidade Pontifícia de Salamanca em Madri, María Teresa Comte Grau, durante a apresentação da encíclica realizada nesta quarta-feira na sede da Conferência Episcopal Espanhola, em Madri.
“A questão social se converteu em uma questão antropológica, o que nos convida a perguntar-nos pelo homem, a superar o reducionismo psicológico para redescobrir a dimensão espiritual do ser humano”, declarou.
Para Compte, “ a proposta da encíclica é um humanismo cristão cujo centro é Deus”.
Neste humanismo proposto por Bento XVI, “o homem reconhece e aceita que, para desenvolver-se como tal, precisa de algumas condições sociais que lhe permitam crescer em toda a sua integridade, em todas as suas dimensões”.
Também falou deste tema o porta-voz da CEE, Dom Juan Antonio Martínez Camino, bispo auxiliar de Madri, na coletiva de imprensa de apresentação.
Para o prelado, na proposta que o Papa faz, “a questão fundamental é se o homem é um produto de si mesmo ou se está em dependência de Deus”.
“Se o ser humano fosse um produto de si mesmo, o progresso consistiria em fazer coisas, na vitória da técnica”, disse.
E acrescentou: “Mas se depende de Deus, o progresso é uma vocação; o ser humano está chamado a ser mais, ao progresso completo, porque escutou o chamado de Deus”.
“Daí radica o verdadeiro humanismo – sintetizou. Sem vida eterna, que é a vocação do ser humano, não há progresso.”
Dom Martínez Camino se referiu também à lei moral natural da qual o Papa fala em sua encíclica. Advertiu que não deve ser confundida com as leis da natureza, com as leis físicas, mas que “responde à gramática da natureza humana na que se expressa a linguagem divina”.
“Aí está a base da dignidade do homem – resumiu. Por isso, os direitos do homem não podem se fundamentar somente nas deliberações de uma assembleia de cidadãos.”
O prelado também recolheu a indicação do Santo Padre segundo a qual “não haverá respeito ao meio ambiente se a ecologia humana não for cultivada na família e na escola, de acordo com a verdadeira natureza do ser humano”..
Globalização
Marcando a encíclica social na história da doutrina social da Igreja, Dom Martínez Camino afirmou que Caritas in veritate é uma “homenagem a Paulo VI, autor da Populorum Progressio, que deve ser considerada como a Rerum novarum de nosso tempo”.
O prelado afirmou que “o diagnóstico de Paulo VI continua sendo válido”, e Bento XVI “o amplia à nova situação mundial, de maior proximidade e unidade”.
“Tudo está mais perto; fala-se de deslocalização dos mercados, de globalização, mas a maior relação entre todos os homens no mundo não é sempre igual a uma maior proximidade na solidariedade – explicou. Este é o diagnóstico e o desafio.”
O prelado destacou que, segundo explica Bento XVI no texto, “a nova conjuntura global oferece novas possibilidades que não foram aproveitadas até agora”.
“A encíclica se propõe como uma ajuda para uma necessária e exigente reformulação das estruturas econômicas e sociais no mundo, que está pendente”, assegurou.
Dom Martínez Camino assinalou como o Papa aponta ao relativismo físico e moral como base das contradições do sistema atual; contradições que fazem que, por um lado, sejam reivindicados supostos direitos e se pretenda que as instituições públicas os promovam, enquanto há direitos fundamentais, como o direito a comer ou ao trabalho, que são vulneráveis em grande parte da humanidade, denunciou.
Como já apontou Paulo VI e confirma agora Bento XVI, disse o bispo espanhol, “a causa mais fundamental da injustiça não é de ordem material; a mais radical é a falta de fraternidade entre os homens”.
A razão por si só é capaz de estabelecer uma convivência entre os homens, mas a irmandade unicamente nasce de uma vocação transcendente de Deus Pai, o primeiro que nos ensinou o que é a caridade fraterna, disse o prelado, remetendo-se à encíclica.
“Sem fraternidade não há desenvolvimento humano – disse em outro momento. Excluindo Deus das relações humanas, não se pode entender o ser humano nem o desenvolvimento.”
Neste sentido, a professora Compte indicou que a relação de fraternidade que une os homens “é a razão do compromisso social e público do cristianismo”.
E destacou uma afirmação da encíclica: “A caridade é a via mestra da doutrina social da Igreja”.
Assinalou que “esta verdade tem uma dimensão prática que se concretiza em dois princípios que orientam a doutrina social da Igreja: a justiça e o bem comum”.
A “justiça entendida não só como dar ao homem o que merece em função do que dá, mas dar-lhe o que lhe é devido pelo simples fato se sê-lo”.
E o bem comum entendido como o resultado de um desenvolvimento livre, sem travas, do homem, de todos os homens em condições ambientais, materiais e espirituais que lhes permitam chegar a ser o que estão chamados a ser, explicou.
Para a professora, o Papa escreveu a encíclica para responder a um homem que vive em uma sociedade cada vez mais complexa e tecnificada, fruto da globalização e da acentuação da interdependência.

2009/07/11

Dom Guilherme Werlang explica a participação da CNBB no Simpósio Internacional Mudanças Climáticas e Justiça Social

CNBB: Papa Bento XVI promulga Encíclica Social.


O Papa Bento XVI publicou hoje, 7, uma nova Encíclica, a terceira de seu pontificado. As duas anteriores foram: “Deus caritas est”, de 2006, e “Spe salvi, de 2007, que tiveram as virtudes teologais como princípios motivadores.
A Encíclica hoje publicada, intitulada CARITAS IN VERITATE, é dirigida à Igreja e a todos as pessoas de boa vontade e trata do desenvolvimento humano integral fundado na caridade e na verdade. Centrada especificamente em temas sociais, a Encíclica se insere no conjunto da Doutrina Social da Igreja.
Assinada no dia 29 de junho, solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, a Encíclica pretende aprofundar alguns aspectos do desenvolvimento alcançado em nossa época, à luz da caridade na verdade.
Após uma introdução em que situa a caridade e a verdade como princípios ao redor dos quais se constrói toda a doutrina social da Igreja, o Papa desenvolve a reflexão em seis capítulos. Inicia recordando a mensagem da Populorum Progressio, encíclica de Paulo VI (1967), acerca do progresso dos povos. A partir dai considera os problemas atuais do desenvolvimento. Trata da fraternidade e desenvolvimento econômico, no terceiro capítulo. Em seguida considera o desenvolvimento dos povos em relação aos direitos e deveres, ao ambiente, à técnica e à colaboração solidária da família humana. Na conclusão o Santo Padre recorda que todos, mas os cristãos de modo especial, são chamados a construir um humanismo integral. A disponibilidade para Deus se abre à disponibilidade para os irmãos e para uma vida entendida como tarefa solidária e jubilosa, diz o Papa. Por outro lado, a indiferença a Deus e o ateísmo correm o risco de redundar em desconsideração ao ser humano e aos valores da vida e se constituir como os maiores obstáculos ao desenvolvimento.
Nesta Encíclica o Santo Padre mostra que é necessário promover um humanismo integral que concilie o desenvolvimento social e econômico com o respeito pelo ser humano e que sejam superadas as profundas disparidades entre ricos e pobres, expressão de injustiça e causa de exclusão de pessoas e povos.
A “caridade” é aplicada às realidades do trabalho, da economia e do desenvolvimento. No âmbito da economia, as leis de mercado, que privilegiam o lucro, não podem ser consideradas em detrimento do ser humano e do bem comum. É necessário perceber quais são os valores e as regras segundo as quais o mundo moderno deve se regular a fim de realizar um novo modelo de desenvolvimento, mais atento às exigências da solidariedade e mais respeitador da dignidade humana. Nesse sentido, o Papa chama à reconsiderar paradigmas econômico-financeiros, predominantes nos últimos anos, que tiveram sua fragilidade evidenciada pela atual crise econômica. Além dos aspectos referentes à macro-economia, o Papa considera a necessidade de superar a avareza e a ganância, expressões da idolatria do ter. Num mundo globalizado é necessário globalizar também a solidariedade, construindo uma consciência ética alicerçada no Evangelho.
A atual sociedade globalizada registra desequilíbrios paradoxais e dramáticos. Quando paramos para analisar as problemáticas ligadas ao progresso moderno, sem excluir a elevada poluição e o consumo irresponsável dos recursos naturais e ambientais, parece evidente que somente um processo de globalização atento às exigências da solidariedade pode assegurar à humanidade um porvir de autêntico bem estar e de paz estável para todos, diz o Papa. Questões como essas exigem atenção de todos, mas, devido às exigências do Evangelho, dos cristãos em particular.

CNBB: Em audiência pública, papa fala de questões sociais e reunião do G-8.

“Temos de repensar o desenvolvimento de uma forma abrangente. A encíclica não propõe soluções técnicas, mas solicita o respeito de princípios fundamentais, do meio ambiente e das leis, para construir um verdadeiro desenvolvimento humano, e principalmente, para lutar contra a fome e a insegurança alimentar”.
As palavras foram ditas pelo papa Bento XVI nesta quarta-feira, 8, em audiência pública com fiéis, romanos e turistas, na Sala Paulo VI. Durante seu discurso, o pontífice falou da Encíclica Caridade na Verdade. Ele disse que o homem e a sociedade são renovados exclusivamente em Cristo.
O pontífice afirmou que somente o filho de Deus é a raiz do desenvolvimento humano integral e autêntico. “Força dinâmica que supõe a justiça e, ao mesmo tempo, completa, com a gratuidade do dom e do perdão”.
Bento XVI saudou os peregrinos em inglês e orações de modo especial aos líderes do G-8, para que suas decisões promovam a justiça e desenvolvimento, especialmente aos mais pobres. “A humanidade é uma família na qual todo programa de desenvolvimento integral deve levar em conta o crescimento espiritual e a força motriz da caridade na verdade”.
Em alemão e espanhol o pontífice apresentou sua Encíclica como um documento que analisa a reflexão eclesial sobre importantes questões sociais.
Nos idiomas esloveno, eslovaco, polonês e português, o papa saudou: “Acolho cordialmente todos os peregrinos de língua portuguesa nomeadamente os grupos vindos do Brasil e de Portugal para encontrar o Sucessor de Pedro. Que todos vós possais, em Cristo, viver a caridade na verdade, contribuindo assim para uma real promoção do bem comum. Jesus é o Homem novo que abre as portas para a verdadeira renovação da humanidade. Desça a Sua Bênção sobre cada um de vós e vossas famílias”.

CNBB: Brasília acolherá em agosto a Semana Filosófica

Entre os dias 17 e 21 de agosto acontecerá em Brasília a Semana Filosófica. O tema do encontro será “Fenomenologia da Convivência e Alteridade”.
A grade de programação contará com a participação de palestrantes nacionais como: doutor Frei Marcos Aurélio Fernandes; doutor professor Miguel Mahfoud, e internacionais: doutor padre Ezio Bellini Sontino (Itália).
No encerramento da Semana Filosófica haverá uma missa de encerramento presidida pelo Núncio Apostólico, dom Lorenzo Baldisseri.
Outras informações e inscrições falar com padre Marco Antônio Forero, (
foremar@hotmail.com), (61) 3366-9901, diácono Rogério Alves Gomes (iodacruz@hotmail.com) (61) 8455-6674 ou Elizabete Silva, (bet.silva@hotmail.com) (61) 3366-9901.

CNBB: Plano de Mobilização Social pela Educação é lançado no Rio de Janeiro.

No dia 22 de junho, às 16h, foi lançado o Plano de Mobilização Social pela Educação, no plenário Teotônio Vilela, da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, uma iniciativa da Comissão Permanente de Educação e Cultura da Câmara Municipal do Rio. Compunham a mesa, além de alguns deputados, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta; a assessora especial do Ministério da Educação, Oroslinda Goulart; o professor e presidente da Associação de Escolas Católicas do Rio de Janeiro, da Pastoral da Educação do Regional Leste I da CNBB (Rio de Janeiro) e responsável pelo projeto no Estado, Sérgio Maia; e pelo presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Rio de Janeiro (Conic-Rio), pastor José Roberto Cavalcante.
Cerca de 150 pessoas estiveram presentes no evento. Todos receberam o material da campanha: o “Manual do Mobilizador” e a cartilha “Acompanhem a Vida Escolar de seus Filhos”.
“A Igreja Católica está presente socialmente nesta questão, solicitada pelo Ministério da Educação. O segredo de um país está na educação de seu povo, e essa é uma política de Estado que interessa a todos os segmentos da sociedade. Por isso, este evento na Câmara, promovido pela Comissão de Educação e Cultura, através do vereador Reimont Santa Bárbara, deve ecoar por todo o Brasil”, afirmou dom Orani Tempesta.
O professor Sérgio Maia ressaltou que a Igreja participa do Comitê de Mobilização e tem um Comitê próprio junto à Associação de Escolas Católicas. Através da Pastoral da Educação, são realizadas no estado do Rio de Janeiro oficinas de dois meses para capacitação de multiplicadores. Na segunda semana de agosto haverá mais uma oficina desse tipo na região metropolitana do Rio de Janeiro, com data ainda a confirmar.
O Pastor José Roberto Cavalcante lembrou que nem sempre a oração resolve tudo e que é preciso ação: “Há casos em que a oração é um pedido de que Deus abençoe nossa ação, nosso esforço, e a educação é um desses casos. Se a gente ficar só orando para que o Brasil melhore, não vamos ser bem sucedidos. Por maior que seja a igreja, nenhuma confissão cristã tem condição de fazer sozinha uma transformação no nível que o país precisa e espera. Portanto, vamos orar para que isso dê certo e trabalhar para que nossa oração seja abençoada, se colocando à disposição para contribuir nos projetos propostos”.
Oroslinda Goulart destacou que o projeto tem um plano para a mobilização da sociedade pela educação que traça 28 diretrizes, todas contidas no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). O objetivo é reproduzir boas práticas encontradas em escolas públicas para todo o sistema de ensino. Além disso, pretende ajudar a entender como as famílias podem auxiliar os filhos tanto dentro de casa como na escola. O intuito é melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), para que menos alunos repitam o ano e, consequentemente, mais alunos aprendam. Segundo ela, 35 milhões de brasileiros na faixa de 6 a 14 anos estão fora da escola, o que reforça a importância desse trabalho. Para isso o trabalho dos mobilizadores é fundamental, pois eles podem entrar em contato com as famílias.

O projeto
O Plano de Mobilização Social pela Educação teve como base o Plano de Mobilização de Igrejas Cristãs pela Educação, um projeto que nasceu do esforço conjunto das confissões cristãs, que buscaram definir uma estratégia comum de mobilização social pela educação. O Plano de Mobilização tomou como referência as diretrizes do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado em 2007 pelo Ministério da Educação.

CNBB: Cadastro de Pós-Graduados.

O PORQUÊ DO CADASTRO DE PÓS-GRADUADOS
A Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé e a OSIB, esta vinculada à Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, têm a intenção de constituir um banco de dados, dinâmico e atualizável, sobre pessoas ligadas à Igreja que tenham pós-graduação em áreas diversas de conhecimento. Esse cadastro possibilitará melhor visibilidade e aproveitamento dos estudos de cada um e, conseqüentemente, um melhor serviço à Igreja.
É importante que essa iniciativa seja amplamente divulgada entre o clero, nos seminários, nas universidades e em outras instituições de ensino ligadas à Igreja a fim de que se realize o cadastro dos clérigos que possuam especialização, mestrado ou doutorado e também de religiosos e leigos, nestas mesmas condições, que atuam em instituições de ensino da Igreja.
Utilidade desse registro:
Oportunamente, teremos facilidade em ter acesso a informações sobre as pessoas e suas áreas de conhecimento e também identificar as áreas em que mais faltam pessoas preparadas. Será também mais fácil obter algumas informações. Você poderá localizar, por exemplo:
Todos os que possuem doutorado em uma determinada área de conhecimento.
Quem possui mestrado, num regional específico.
Quais são os professores que lecionam esta ou aquela matéria, no Estado.
Ou fazer uma pesquisa por nomes ou dioceses.
Conservando-se a senha utilizada será possível, posteriormente, corrigir, completar, atualizar e consultar os dados registrados.
Realize seu cadastro e divulgue a informação para que outros também o façam. Agradecemos sua atenção:
Pe. Wilson Angotti (pela Comissão para a Doutrina da Fé)
Pe. Paulo Bosi Dal'Bo (pela OSIB)

2009/07/10

Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica


O Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica é resultado da ação conjunta do Ministério da Educação (MEC), de Instituições Públicas de Educação Superior (IPES) e das Secretarias de Educação dos Estados e Municípios, no âmbito do PDE - Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação – que estabeleceu no país um novo regime de colaboração da União com os estados e municípios, respeitando a de autonomia dos entes federados.
A partir de 2007, com a adesão ao Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, os estados e municípios elaboraram seus respectivos Planos de Ações Articuladas, onde puderam refletir suas necessidades e aspirações, em termos de ações, demandas, prioridades e metodologias, visando assegurar a formação exigida na LDB para todos os professores que atuam na educação básica.
Os Planejamentos Estratégicos foram aprimorados com o Decreto 6.755, de janeiro de 2009, que instituiu a Política Nacional de Formação dos Profissionais do Magistério da Educação Básica, com a finalidade de organizar, em regime de colaboração da União com os estados, Distrito Federal e municípios, a formação inicial e continuada desses profissionais.
O Plano Nacional de Formação é destinado aos professores em exercício das escolas públicas estaduais e municipais sem formação adequada à LDB, oferecendo cursos superiores públicos, gratuitos e de qualidade, com a oferta cobrindo os municípios de 21 estados da Federação, por meio de 76 Instituições Públicas de Educação Superior, das quais 48 Federais e 28 Estaduais, com a colaboração de 14 universidades comunitárias.
Por meio deste Plano, o docente sem formação adequada poderá se graduar nos cursos de 1ª Licenciatura, com carga horária de 2.800 horas mais 400 horas de estágio para professores sem graduação, de 2ª Licenciatura, com carga horária de 800 a 1.200 horas para professores que atuam fora da área de formação, e de Formação Pedagógica, para bacharéis sem licenciatura. Todas as licenciaturas das áreas de conhecimento da educação básica serão ministradas no Plano, com cursos gratuitos para professores em exercício das escolas públicas, nas modalidades presencial e a distância.
O professor fará sua inscrição nos cursos por meio de um sistema desenvolvido pelo MEC denominado Plataforma Paulo Freire, onde também terá seu currículo cadastrado e atualizado. A partir da pré-inscrição dos professores e da oferta de formação pelas IES públicas, as secretarias estaduais e municipais de educação terão na Plataforma Freire um instrumento de planejamento estratégico capaz de adequar a oferta das IES públicas à demanda dos professores e às necessidades reais das escolas de suas redes. A partir desse planejamento estratégico, as pré-inscrições são submetidas pelas secretarias estaduais e municipais às IES públicas, que procederão à inscrição dos professores nos cursos oferecidos.

2009/06/27

Do site da Agência de Notícias Zenit: Aberta Casa Dom Bosco na Tailândia.

Aberta Casa Dom Bosco na Tailândia

Centro de formação profissional e educação para jovens

CHIANG MAI, quinta-feira, 25 de junho de 2009 (ZENIT.org). - O bispo da diocese de Chiang Mai (Tailândia), Dom Xavier Francis Vira Arpondratana, acompanhado de 16 sacerdotes e 700 pessoas, celebrou oficialmente a abertura da Casa Dom Bosco.
A Casa Dom Bosco de Chiang Mai, projeto iniciado em 2006, é um centro de educação para jovens, criado com o objetivo de ajudá-los a se formar por meio um programa de três anos.
Os jovens terão a oportunidade de aceder a conhecimentos e competências profissionalizantes, visando ao futuro sustento de uma família e a viver com espírito de dignidade em sua terra.
Atualmente, a Casa Dom Bosco de Chiang Mai conta com três dormitórios para jovens (cada um acolhe 20 a 25 pessoas), com seus respectivos serviços. Somando-se as outras dependências, acolhem-se cerca de 100 pessoas. Hoje, 70 jovens estão inscritos nos programas.
Todos eles vêm das tribos das colinas e dos grupos étnicos que compõem a região. Os jovens são animados a crescer física, intelectual e moralmente como pessoas plenas, destacam os salesianos.

Do site da CNBB: Programa de educação para o amor é apresentado à CNBB.

Do site da CNBB:
Programa de educação para o amor é apresentado à CNBB
A CNBB começou a discutir o programa educacional “Aprendendo a amar”, criado pela organização internacional Alliance for the family (AFF). Nos dias 19 a 21 de junho, um grupo de 20 pessoas se reuniu em Brasília (DF) para conhecer o projeto que foi apresentado pelo vice-presidente da AFF, Daniel Kelley.
“Queremos apresentar à sociedade brasileira um programa educativo da afetividade e da sexualidade, fundamentado na visão de pessoa humana à luz do magistério da Igreja”, explica a assessora de Projetos Sociais, Institucionais e Captação de Recursos da CNBB, Sônia Minder, coordenadora do projeto.
O vice-presidente da AFF, Daniel Kelley, apresentou ao grupo da CNBB o programa que é composto por 12 livros, do professor e do aluno, para o ensino fundamental e médio. “O conteúdo dos livros conteúdo aborda valores democráticos, cidadania, tolerância, felicidade, técnicas para tomada de decisões, drogas, HIV/Aids dentre outros”, explica Minder.
O programa “Aprendendo a amar” é oferecido às escolas e os professores recebem treinamento sobre como aplicá-lo. “Queremos compartilhar com os brasileiros o programa de educação e de valores para jovens de 6 a 16 anos”, disse o vice-presidente da AFF. “Nosso programa possui três características: é intensivo, com uma hora semanal; extensivo, durante todo o ano escolar; e se baseia em histórias”, esclareceu.
Presente em 14 países da América Latina, África e Europa, o programa da AFF foi desenvolvido pela venezuelana Cristine Vollmer, membro do Pontifício Conselho para a Vida. Segundo Kelley, o programa já atinge mais de 70 mil alunos nos países em que foi implantado.
Um novo encontro do grupo está agendado para os dias 11 a 13 de setembro. Com o empenho pessoal do secretário geral da CNBB, a equipe reúne profissionais das áreas de teologia, psicologia, pedagogia, medicina, além educadores e agentes de pastoral.

Trabalho da Disciplina Sociologia da Religião, na Pós-Graduação Latu Sensu em Ciências da Religião do UNIFLU/FAFIC

Compartilho um humilde trabalho em Sociologia da Religião ao Prof. Dr. Adailton Maciel Augusto, que fiz na Pós-Graduação Latu Sensu em Ciências da Religião do Centro Universitário Fluminense/Faculdade de Filosofia de Campos (UNIFLU/FAFIC) que estou cursando. Não reparem pois há muito o que corrigir até porque o fiz na madrugada e no estourar do prazo de entrega. Em todo caso o apresento na sua originalidade:

Fonte:
* MENDONÇA, Antônio Gouvêa. Dois pioneiros e un passeur de frontières. In: TEIXEIRA, Faustino (org.). A(s) ciência(s) da religião no Brasil: afirmação de uma área acadêmica. 2ed.. São Paulo: Ed. Paulinas, 2008, p. 251 – 295. (Col. Religião e Cultura).


No universo acadêmico as Ciências da religião apresentam-se como uma área particularmente polêmica, sobretudo ao campo das Ciências Sociais, que no caso deter-nos-emos na Sociologia e História enquanto ciência colaboradora para o pensamento sociológico. Até porque não há consenso se a Religião pode ser tomada como objeto de investigação sociológica, visto que as próprias “Ciências da Religião” é uma área nova e polêmica, pelo próprio modo de ser e dos agentes que se propõe a estudá-la, partindo do princípio que enquanto “ciência”, segundo os moldes estabelecidos de constituição do modus perandi da ciência enquanto um saber de fato, há três princípios básicos que é a pretensão de neutralidade, método e objeto reconhecidamente como o que apresentando elementos de acordo com o “cânon” da ciência.
Falamos que não há consenso sobre a Religião enquanto objeto propriamente científico para ser investigado, pois a falta do consenso não se encontra somente no campo científico, pois até no plano filosófico há divergências no que tange a própria existência e validez da religião enquanto ela apresenta-se como promotora de sentido nas populações durante os séculos. Não é a toa que já se determinou a “morte de Deus”, o fim da entidade base da perspectiva existencial e epistemológica dos humanos durante a história e o processo de secularização foi que a transfigurando e re-significando a “religião” na contemporaneidade. Essa transfiguração apresenta uma confrontação conceitual no que diz respeito aos trâmites intelectivos próprios da religião enquanto dimensão constitutiva do humano. Alguns pensadores propõem que numa perspectiva materialista chegaremos à superação da religião e seu fim. (Marx)
É nesse clima que estamos situados, um clima de instabilidade e compreensões diversas sobre “religião” e as Ciências da Religião (ciências compreendidas também no seu original como conhecimento) têm uma grande produção de pesquisas que versam na elucidação da validade de um objeto para investigação e que a “Academia” pode e também “deve” levar em consideração.
No campo das Ciências Sociais, historicamente temos a influência francesa na investigação a respeito da Religião como objeto, que no Brasil, sobretudo na Universidade de São Paulo, os estudos de Roger Bastide, Henri Desroche e Émile-Guillaume Leonard, os dois primeiros cientistas sociais (sociólogos) e um historiador.
Roger Bastide, pensador que deu o início à sociologia da religião no Brasil, pois partindo de Émile Durkheim toma a religião como fato social, sendo assim pôde ser tomado como objeto de investigação da sociologia: “Bastide, embora busque situar-se o mais firmemente possível nos limites da sociologia, abre sulcos na direção da interdisciplinaridade indispensável para nossos objetivos atuais”. (p. 256)
A fundamentação que justifica que a religião pode ser estudada como objeto de investigação sociológica está na premissa de que esta investigação seria pautada no estudo das representações sociais das “divindades”. Mas há a problemática da relação que se estabeleceu entre sujeito e objeto, visto que há a pretensão de neutralidade científica (cientificismo ortodoxo), e esta relação pode comprometer a compreensão advinda da descrição do fenômeno em questão. Dizemos pretensão de neutralidade, pois um pensador alemão chamado Gadamer (contemporâneo nosso) em sua obra prima “Verdade e Método”, coloca em causa esta pretensão de neutralidade no conceito “espírito histórico”, que não invalida a “epoqué” (suspensão de juízo), mas disciplina na elucidação do lugar de fala e o que constitui essa fala, portanto o fato do pesquisador professar um credo ou não, de modo nenhum invalida a investigação ao objeto, mas o qualifica enquanto se tem a consciência do lugar de fala e o conteúdo que se fala para daí aos que analisarem a pesquisa validarem o grau de distanciamento e honestidade intelectual da descrição do fenômeno.
Bastide segue o método comparativo, que apesar de ter seguido uma perspectiva “evolucionista” da escola da História das Religiões, ele se atém à utilidade metodológica em compreender uma religião pela outra com o escopo de entender semelhanças e dessemelhanças, esse método consiste em cotejar as crenças e as práticas, buscando pôr em relevo as dessemelhanças, ao contrário das semelhanças como poderia parecer mais atraente, esse método trabalha, também, com pares em todas as religiões: sagrado e profano, positivo e negativo, e assim por diante. Nesse ponto, sugerimos a obra de João Batista Libânio, “Formação da Consciência Crítica” (vol. 1), onde ele desenvolve uma análise das representações provenientes dessa dicotomia da realidade pelo esquema mental da religião em um dado momento mental.
De sua pesquisa, Bastide, traz para compreensão do fenômeno religioso o conceito proveniente da relação “Sagrado instituínte e Sagrado instituído”, onde percebe-se a tensão entre o instituído e a perspectiva do poder e o controle ao instituínte que produz e tem a possibilidade re-significar o Sagrado, assim percebe-se o movimento dialético presente neste ir e vir, pois o instituínte num dado momento torna-se instituído e no momento em que é instituído procura regular e/ou tolher o instituínte mediante a possibilidade de mudança do “status quo”, reestruturar as forças de poder e assim “encarnado” nas relações sociais.
Henri Desroche, que foi tomado como “un passeur de frontières”, por não ter tido como Bastide “anos brasileiros”, mas passou muitas vezes pelo Brasil colaborando com suas investigações na descrição e compreensão da religião, sobretudo do campo religioso brasileiro. Ele voltou sua atenção para os movimentos messiano-melenaristas e o cooperativismo: que “são expressões da esperança humana num mundo mais humano e igualitário: o primeiro cultiva a esperança sobrenatural na história e o segundo age no sentido do igualitarismo social”. (p. 280)
Desroche já retoma a discussão ao quesito sujeito que investiga, que para ele, o investigador para aprofundar bem seu estudo da religião tenha pelo menos uma vez na vida ter passado por uma profissão de fé, que o instrumentalizará na compreensão do fenômeno religioso de “dentro” da perspectiva religiosa e sua linguagem, que o habilitará, ao fazer a “cisão”, que nós chamamos de “epoqué” ao Sagrado instituído e o Sagrado instituínte”, (como o propõe Bastide), ao observar e refletir sobre esse fenômeno, saiba do que se trata.
Para não tornar-se por demais enfadonho, fastidioso e não cairmos no risco de um pontilhismo, nessa nossa exposição, vamos elencar os elementos essenciais de Desroche que são quatro: esperança, deuses de homens, homens de espera e religiões atestadoras e contestadoras. Claro que todas sob a base da compreensão do conceito de “esperança” que fundamenta o pensamento de Desroche.
Émile-Guillaume Léonard, considerado como o maior historiador do protestantismo, contribuiu para a compreensão do fenômeno religioso e do campo religioso brasileiro, como “iniciador da historiografia protestante no Brasil nos trilhos da pesquisa científica, pois até então os historiadores do protestantismo eram formados em teologia e limitavam-se à uma história confessional, apologética ou polêmica e edificante”. (p. 288)
“Quanto ao conteúdo do pensamento histórico de Léonard, três questões assumem relevância para o estudo da religião: primeiro, que a Reforma foi uma rebelião de leigos, príncipes e camponeses, e transitou pelo história na esteira do testemunho e obras de grandes homens que quase foram condenados pelas Igrejas ou postos em dificuldades por elas (1964, p. 63); segundo, que a salvação do mundo não está no ecumenismo, no confessionalismo e nem no comunismo, mas nos limites da Palavra de Deus; terceiro, que o que interessa no estudo da religião é o comportamento da massa de fiéis, dos ‘marginais’ da instituição religiosa”. (p. 289)
“Embora o objeto histórico de Léonard seja o cristianismo protestante, seu ponto de vista sobre o recuo constante dos homens às origens da religião (profetismo, laicismo, intervenção do Espírito) é útil para o estudo de qualquer religião”. (p. 290).No que vimos, refletimos, analisamos e apresentamos neste trabalho, cabe-nos findar tomando como posição que estes senhores descritos supra, apresentaram elementos justificadores e plausíveis para admitir que a religião, enquanto fenômeno humano, como um objeto para a ciência estuda-lo e levá-lo em consideração, pois esse fenômeno (a religião) possui uma profunda influência e condução nas relações sociais, portanto, o que se pressupõe que há posições presentes na Academia hoje tão dogmática em rejeitar a religião, pois na verdade tenta-se encobrir, com muita retórica, pré-conceitos e questões mal-resolvidas em referência à religião. É interessante que esta negação da religião enquanto objeto de investigação demonstra por parte dos mesmos opositores, como já dissemos, estarem imbuídos do mesmo comportamento dogmático de mesma natureza ao evidenciado em muitos indivíduos religiosos, dos quais criticam tanto. No que diz respeito a essa compreensão do comportamento dogmático em sua essência, pois de forma muito reducionista do conceito se compreende comportamento dogmático somente aos religiosos e não se trata só dos religiosos, mas todo aquele que engessa verdades e delas não dispõe distanciamento crítico. Como sugestão, oferecemos para aprofundamento do tema a obra do pensador Gerd A. Bornhein, “Introdução ao filosofar: o pensamento filosófico em bases existências”.

2009/06/07

Curso de Extensão em Ensino de Filosofia e Sociologia na UENF

Ainda dá tempo de quem estiver interessado, mesmo não sendo da área, para inscrever-se. Não vamos perder a oportunidade de entender o que vem a ser Ensino de Filosofia e Sociologia.
Recebí de minha amiga, Profa. Renata Saul o seguinte e-mail que compartilho com todos e todas:

Caríssimos(as),
com prazer, que em nome da equipe de pesquisa do Professor Dalton, venho convidá-los(as) a participar do Curso de Extensão sobre: Como promover a educação filosófica e a educação sociólogica no ensino médio.
Teremos como palestrantes, professores convidados da área de filosofia e de sociologia da UERJ, UENF, UNIBENNETT, Colégio Pedro II, IFF, UNESP, SEAF, UFES e representantes da Rede Estadual do Estado do Rio de Janeiro.
Iniciaremos o Curso no próximo dia 04 de Junho, quinta feira, às 13 horas, no auditório da Casa Ecológica, na UENF, com a mesa: Da educação filosófica e da educação sociólogica no ensino médio, que contará com a presença do Professor Dndo. Diogo Ramos de Oliveira(UNESP) e do Professor Dr Dalton José Alves.
As inscrições serão feitas neste e-mail que segue: extensao.
uenf@yahoo.com.br e/ou no local.
As vagas serão limitadas. No ato da inscrição, por favor, pedimos nome completo, sem abreviações. Entregare mos certificados mediante 75 por cento de participação ao fim da programação.
Estaremos entrando em contato.
Peço por favor, que divulguem este e-mail.
Att,
Renata Saul e equipe de pesquisa.

Ratificando:

CURSO DE EXTENSÃO: COMO PROMOVER A EDUCAÇÃO FILOSÓFICA E A EDUCAÇÃO SOCIOLÓGICA NO ENSINO MÉDIO

EIXOS TEMÁTICOS:
* O papel do estudo dos clássicos (a teoria) em sala de aula; Temas e Problemas da Atualidade.
* Aspectos Teóricos/Conceituais e Didático-Metodológico dos trabalhos na disciplina em sala de aula.

GRATUITO - VAGAS LIMITADAS

DATAS: 5 encontros – 04/06/09, 18/06/09, 25/06/09, 02/07/09 e 09/07/09. Sempre às quintas-feiras, de 13h às 17h30.

LOCAL: UENF – Auditório da Casa Ecológica.

PÚBLICO-ALVO:
Professores de Filosofia e/ou de Sociologia do ensino médio da rede pública ou particular da Região NF-1; graduandos ou pós-graduandos em Filosofia ou Sociologia, e áreas afins.

INSCRIÇÕES:
Serão feitas através do envio dos seguintes dados (nome completo, endereço, tel. de contato, formação, instituição) para o email: extensao.uenf@yahoo.com.br e também no dia de abertura do evento.
HAVERÁ ENTREGA DE CERTIFICADOS.

2009/05/22

Prêmio Este Blog é uma Jóia.


Nossos sinceros agradecimentos ao prêmio que este humilde blog recebeu pela indicação da colega e blogueira, Profa. Luciana (do seu blog: http://lucianaprofessora.blogspot.com/) e do Blog "Por uma Campos moralizada, digna e justa" (http://dignidadecampos.blogspot.com) que tem como autor o blogueiro que usa o pseudônimo: "Dignidade Campos dos Goytacazes".
Seguem algumas regras do prêmio:

1- Publicar o selo;

2- Fazer o Link de quem ofereceu;

3- Passar a dez (10) amigos blogueiros;

4- Avisar aos premiados.

Abaixo segue nossa recomendação aos seguintes blogs ao prêmio:
Elder Castro (http://eldercastro.blogspot.com/);
Geografia Fluminense (http://geografiafluminense.blogspot.com/);
Razão e Crítica (http://razaoecritica.blogspot.com/);
Silvana... Pedagoga sim... (http://silvanaeternamente.blogspot.com/);
Somos Dom Bosco que caminha (http://catequesesalesianocampos.blogspot.com/);
Por uma Educação de qualidade e sem Ideologias políticas (http://umaeducadora.blogspot.com/);
Pelo corredor da Escola (http://pelocorredordaescola.blogspot.com/);
Blog da Professora Hilda Helena (http://professorahildahelenasempre.blogspot.com/);
Aspectos 2.9 (ao companheiro Wesley Machado) (http://www.aspectos.blog.br/);
Críticas do Cotidiano (http://criticas-do-cotidiano.blogspot.com/).

2009/05/21

Prêmio Blog Dorado.

Nossos sinceros agradecimentos ao prêmio que este humilde blog recebeu pela indicação da Filósofa e Socióloga de São Paulo, Marise Von (do seu blog: http://filosofarpreciso.blogspot.com).

O mote de criação do prêmio é o seguinte:
"É um prêmio que homenageia os melhores blogs e tem sua simbologia nas cores que utiliza. A cor azul representa paz, profundidade e imensidão. A cor dourada a sabedoria, a riqueza e a claridade das idéias. O prêmio em si representa a união entre os blogueiros."

Faço as palavras da Profa. Marise Von as minhas: "Aos que o aceitarem, agradeço antecipadamente e passo a enunciar as regras: "Colocar o prêmio em situação visível ou linká-lo; anunciar através de um link, o blog que o premiou e premiar até outros 15 blogs, avisando ao blogueiro sobre a premiação. 'Gostaria de dar o prêmio a todos,... meus indicados são os seguintes blogs, aos quais encaminho juntamente com a premiação, meus votos de felicidades e paz'".

Abaixo segue nossa recomendação aos seguintes blogs ao prêmio:

Blog do Roberto Moraes (http://robertomoraes.blogspot.com/);
Silvana... Pedagoga sim... (http://silvanaeternamente.blogspot.com/);
Somos Dom Bosco que caminha (http://catequesesalesianocampos.blogspot.com/);
Por uma Educação de qualidade e sem Ideologias políticas (http://umaeducadora.blogspot.com/);
Blá, blá, blá do Barretão (http://ericobarreto.blogspot.com/);
Blog da Professora Hilda Helena (http://professorahildahelenasempre.blogspot.com/);
Aspectos 2.9 (ao companheiro Wesley Machado) (http://www.aspectos.blog.br/);

2009/05/10

Feliz dia das Mães!


Feliz dia das Mães!

Que nossa mãe, Nossa Senhora Auxiliadora, interceda sempre por nós!

Fraternalmente,

Prof. Kauê Martins.

2009/04/23

Deu no Jornal Extra de hoje (23/04/2009): "Eduardo Paes assiste missa na Igreja de São Jorge e leva bronca de padre por atraso". Adorei a notícia!

RIO - Vestindo uma blusa vermelha e branca, o prefeito Eduardo Paes esteve na manhã desta quinta-feira na Igreja de Quintino, na Zona Norte do Rio, para pedir proteção de São Jorge. O prefeito disse que começou a campanha na igreja, e hoje, já eleito prefeito da cidade, foi pedir bênção para o ele e para seu governo. Atrasado para para a missa das 7h, Paes chegou a levar uma bronca em público do padre Marcelino Modelski.
- Tomei um pito público. Eu cheguei 15 minutos atrasado e demorei 20 só para chegar aqui na frente, pois tinha muita gente - explicou Paes rindo.
A equipe que acompanhava o prefeito também foi chamada atenção pelos organizadores da festa. Segundo os fiéis, os funcionários da prefeitura estava obstruindo a passagem. Uma organizadora chegou a gritar 'É o choque de ordem na igreja'.
Após a missa, Eduardo Paes prometeu reestabelecer o convênio da prefeitura com duas creches que a igreja mantém. O convênio foi suspenso durante o governo Cesar Maia.
- Afirmo a questão da creche que a prefeitura tinha um convênio e deixou de ter, mas vamos reestabelecer o convênio. É uma igreja que faz um trabalho social fantástico na região e nós vamos ajudar.
Segundo a Polícia Militar, mais de dez mil pessoas já compareceram à igreja para celebrar o dia do santo guerreiro. Muita gente ficou do lado de fora da missa da alvorada, que começou às 5h. Serão dez celebrações ao longo do dia do lado de fora da igreja. Só as missas das 18h e das 20h é que voltam a ser celebradas dentro do templo.
- Essa devoção surpreendente e espantosa acontece primeiro porque há uma identificação das pessoas com São Jorge. Muitos dizem que são como São Jorge, vencedor e guerreiro. O segundo motivo é a necessidade básica de segurança que as pessoas têm. Como o poder público não garante, eles encontram em Jorge essa força. O terceiro motivo é fé. São Jorge é santo, é mártir. Muitas pessoas vêm aqui motivadas por isso e pelo seguimento de cristo - afirmou em entrevista ao telejornal Bom Dia Rio o padre Marcelino Modelski.

Do site da CNBB: "Crise econômica é tema da análise de conjuntura apresentada na Assembleia da CNBB".

Uma análise da conjuntura a partir da crise econômica foi apresentada aos bispos, nesta quarta-feira, 22 (abril de 2009), primeiro dia da 47ª Assembleia Geral da CNBB, em Itaici, município de Indaiatuba (SP). O sociólogo Pedro Ribeiro apresentou o texto, que não é documento da CNBB, e de cuja elaboração fez parte juntamente com o padre José Ernanne Pinheiro e Gilberto Souza.
Segundo o texto, o que está em debate é a natureza e os desdobramentos da atual crise. “Num pólo estão os que veem nela apenas uma ocorrência cíclica normal no sistema capitalista, cujo crescimento sempre alterna tempos de expansão e de contração da economia. No outro pólo, estão os que percebem nela o limite final do sistema econômico movido pelo produtivismo consumista que tem como meta o lucro para o capital, ou seja, o capitalismo”, afirma os autores da análise.
Uma das pistas práticas para a saída da crise, segundo a análise, é a economia solidária que aponta 22 mil empreendimentos no Brasil “onde trabalham cerca de 2 milhões de pessoas”. O texto diz, no entanto, que para superar a crise, a economia solidária precisa ultrapassar o nível micro. “Para superar a crise global a economia solidária precisará passar do nível micro ao nível macro: uma coisa são os empreendimentos locais, que agrupam no máximo algumas centenas de pessoas trabalhando; outra coisa é sua capacidade de um dia vir a atender as necessidades de 7 bilhões de pessoas, muitas delas querendo satisfazer os desejos atiçados pela propaganda veiculada pelo sistema capitalista”, explicam os analistas.

Para ver o documento de análise (que não é o oficial, mas o apresentado para estudo) clique no endereço: http://www.cnbb.org.br/ns/modules/mastop_publish/files/files_49ef922b7321d.doc