2021/02/22

Via Sacra (CF2021 – Leituras Bíblicas tradução CNBB)

 

Via Sacra (CF2021 – Leituras Bíblicas tradução CNBB)

Acolhida

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios – Ef2, 14 – 18: 14 De fato, ele é a nossa paz: de dois povos fez um só povo, em sua carne derrubando o muro da inimizade que os separava 15e abolindo a Lei com seus mandamentos e exigências. Ele quis, assim, dos dois povos formar em si mesmo um só homem novo, estabelecendo a paz 16e reconciliando os dois com Deus, em um só corpo, mediante a cruz, na qual matou a inimizade. 17Veio anunciar a paz: paz para vós que estáveis longe e paz para os que estavam perto. 18É por ele que todos nós, judeus e pagãos, temos acesso ao Pai, num só Espírito.

 1ª Estação – Jesus é preso e condenado à morte

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por João – Jo 19, 6 – 7.12.16: 6Quando o viram, os sumos sacerdotes e seus guardas começaram a gritar: “Crucifica-o! Crucifica-o!” Pilatos respondeu: “Levai-o, vós mesmos, para o crucificar, porque eu não encontro nele nenhum motivo de condenação”. 7Os judeus responderam-lhe: “Nós temos uma Lei, e segundo esta Lei ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”. 12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus continuavam gritando: “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”. 16Pilatos, então, lhes entregou Jesus para ser crucificado. Eles tomaram conta de Jesus.

 2ª Estação – Jesus carrega a cruz

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Mateus – Mt 27, 27 – 31: 27Em seguida, os soldados do governador levaram Jesus ao pretório e reuniram todo o batalhão em volta dele. 28Tiraram-lhe a roupa e o vestiram com um manto vermelho; 29depois trançaram uma coroa de espinhos, puseram-na em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombavam, dizendo: “Salve, rei dos judeus!” 30Cuspiram nele e, pegando a vara, bateram-lhe na cabeça. 31Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e o vestiram com suas próprias roupas.

 3ª Estação – Jesus cai pela primeira vez

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Lucas – Lc 4, 1 – 4: 1Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do rio Jordão e, no Espírito, era conduzido pelo deserto. 2Ali foi posto à prova pelo diabo, durante quarenta dias. Naqueles dias, ele não comeu nada e, no final, teve fome. 3O diabo, então, disse-lhe: “Se és o Filho de Deus, manda que esta pedra se transforme em pão”. 4Jesus respondeu: “Está escrito: ‘Não se vive somente de pão’”.

 4ª Estação – Jesus se encontra com sua mãe

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Lucas – Lc 2, 34 – 35: 34Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe: “Este menino será causa de queda e de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição 35– uma espada traspassará a tua alma! – e assim serão revelados os pensamentos de muitos corações”.

 5ª Estação – Simão, o Cirineu, ajuda Jesus a carregar a cruz

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Lucas – Lc 23, 26: 26Enquanto levavam Jesus, pegaram um certo Simão, de Cirene, que voltava do campo, e mandaram-no carregar a cruz atrás de Jesus.

 6ª Estação – Verônica enxuga o rosto de Jesus

Leitura do Livro do Profeta Isaías – Is 53, 2b - 5: 2bNão fazia vista, nem tinha beleza a atrair o olhar, não tinha aparência que agradasse. 3Era o mais desprezado e abandonado de todos, homem do sofrimento, experimentado na dor, indivíduo de quem a gente desvia o olhar, repelente, dele nem tomamos conhecimento. 4Eram na verdade os nossos sofrimentos que ele carregava, eram as nossas dores, que levava às costas. E a gente achava que ele era um castigado, alguém por Deus ferido e massacrado. 5Mas estava sendo traspassado por causa de nossas rebeldias, estava sendo esmagado por nossos pecados. O castigo que teríamos de pagar caiu sobre ele, com os seus ferimentos veio a cura para nós.

 7ª Estação – Jesus cai pela segunda vez

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Lucas – Lc 4, 5 – 8: 5O diabo o levou para o alto; mostrou-lhe, num relance, todos os reinos da terra, 6e lhe disse: “Eu te darei todo este poder e a riqueza destes reinos, pois a mim é que foram dados, e eu os posso dar a quem eu quiser. 7Portanto, se te prostrares diante de mim, tudo será teu”. 8Jesus respondeu-lhe: “Está escrito: ‘Adorarás o Senhor teu Deus e só a ele prestarás culto’”.

 

8ª Estação – Jesus consola as mulheres de Jerusalém

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Lucas – Lc 23, 27– 28: 27Seguia-o uma grande multidão do povo, bem como de mulheres que batiam no peito e choravam por ele. 28Jesus, porém, voltou-se para elas e disse: “Mulheres de Jerusalém, não choreis por mim! Chorai por vós mesmas e por vossos filhos!

 9ª Estação – Jesus cai pela terceira vez

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Lucas – Lc 4, 9 – 13: 9Depois, o diabo levou Jesus a Jerusalém e, colocando-o no ponto mais alto do templo, disse-lhe: “Se és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo. 10Pois está escrito: ‘Ele dará ordens aos seus anjos a teu respeito para que te guardem’, 11e ainda: ‘Eles te carregarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’”. 12Jesus, porém, respondeu: “Também foi dito: ‘Não porás à prova o Senhor, teu Deus’”. 13Terminadas todas as tentações, o diabo afastou-se dele até o tempo oportuno.

 10ª Estação – Jesus é despojado de suas vestes

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por João – Jo 19, 23 – 24: 23Depois que crucificaram Jesus, os soldados pegaram suas vestes e as dividiram em quatro partes, uma para cada soldado. A túnica era feita sem costura, uma peça só de cima em baixo. 24Eles combinaram: “Não vamos rasgar a túnica. Vamos tirar sorte para ver de quem será”.

Assim cumpriu-se a Escritura: “Repartiram entre si as minhas vestes e tiraram a sorte sobre minha túnica”. Foi isso que os soldados fizeram.

 11ª Estação – Jesus é pregado na cruz

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Marcos – Mc 15, 25 – 32a: 25Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. 26O letreiro com o motivo da condenação dizia: “O Rei dos Judeus”! 27Com ele crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda. [28] 29Os que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo: “Ah! Tu que destróis o templo e o reconstróis em três dias, 30salva-te a ti mesmo, descendo da cruz”. 31Do mesmo modo, também os sumos sacerdotes zombavam dele entre si e, com os escribas, diziam: “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar. 32aO Messias, o rei de Israel desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!”

 12ª Estação – Jesus morre na cruz

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Marcos – Mc 15, 39: 39Quando o centurião, que estava em frente dele, viu que Jesus assim tinha expirado, disse: “Na verdade, este homem era Filho de Deus!”

 13ª Estação – Jesus é descido da cruz

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por João – Jo 19, 32 – 34.38: 32Os soldados foram e quebraram as pernas, primeiro a um dos crucificados com ele e depois ao outro. 33Chegando a Jesus, viram que estava morto. Por isso, não lhe quebraram as pernas, 34mas um soldado golpeou-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água.

38Depois disso, José de Arimatéia pediu a Pilatos para retirar o corpo de Jesus; ele era discípulo de Jesus às escondidas, por medo dos judeus. Pilatos o permitiu. José veio e retirou o corpo.

 14ª Estação – Jesus é sepultado

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Mateus – Mt 27, 59 – 60: 59José, tomando o corpo, envolveu-o num lençol limpo 60e o colocou num túmulo novo, que mandara escavar na rocha. Em seguida, rolou uma grande pedra na entrada do túmulo e retirou-se.

 15ª Estação – Jesus ressuscita dos mortos

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo escrito por Lucas – Lc 24, 2 – 7: 2Encontraram a pedra do túmulo removida, 3mas, ao entrarem, não encontraram o corpo do Senhor Jesus 4e ficaram sem saber o que estava acontecendo. Nisso, dois homens com vestes resplandecentes pararam perto delas. 5Tomadas de medo, elas olhavam para o chão. Eles, porém, disseram-lhes: “Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo? 6Não está aqui. Ressuscitou! Lembrai-vos do que ele vos falou, quando ainda estava na Galiléia: 7‘É necessário o Filho do Homem ser entregue nas mãos dos pecadores, ser crucificado e, no terceiro dia, ressuscitar’.

 

2016/09/22

LHC: Agenda de Avaliações e conteúdos 2º bim. e 3º bim./2016

3003, 3004, 3005, 3006, 3007 e 3008:
23/09 (Teste);
30/09 (Prova);
07/10 (Rec. Paral.).
CONTEÚDOS PARA O TESTE E PROVA
3003: Heidegger; Hobbes; Locke; Maquiavel; Marx; Platão; Pré-socráticos.
3006: Bacon; Comte; Descartes; Freud; Heidegger; Hobbes; Locke; Maquiavel; Marx; Platão; Sartre.
3005: Aristóteles; Comte; Descartes; Freud; Heidegger; Hobbes; Locke; Maquiavel; Marx; Platão; Pré-socráticos; Sartre.
3008: Aristóteles; Bacon; Comte; Freud; Hobbes; Maquiavel; Pré-socráticos; Sócrates.
3007: Bacon; Comte; Descartes; Freud; Hobbes; Nietzsche.
3004: Aristóteles; Comte; Descartes; Freud; Hobbes; Platão; Sartre.

Haverá acréscimo da matéria conforme desenrolar das aulas de reposição entre datas no período de avaliações.

2016/07/26

LHC: Agenda de Avaliações e conteúdos 1º bim./2016

3003, 3004, 3005, 3006, 3007 e 3008:
29/07 (Teste);
05/08 (Prova);
12/08 (Rec. Paral.).
CONTEÚDOS PARA O TESTE E PROVA
* Turmas de SEGUNDA (terão depois do teste acréscimo na matéria para prova):
3003: Saberes humanos; Cosmogonia; Pé-socráticos; Sócrates; Platão; Bacon; Pensadores malditos: Nieztsche, Freud (até aonde parou a matéria).
3006: Saberes humanos; Cosmogonia; Pré-socráticos; Sócrates (até aonde parou a matéria); Platão (até aonde parou a matéria); Pensadores malditos: Nieztsche e Freud.
3005: Saberes humanos; Pré-socráticos; Sócrates (até aonde parou a matéria); Platão; Bacon; Pensadores malditos: Nieztsche e Freud (até aonde parou a matéria).

* Turmas de SEXTA (a matéria do teste é a mesma da prova, não haverá acréscimo):
3008: Saberes humanos; Cosmogonia; Pé-socráticos; Sócrates; Pensadores malditos: Nieztsche, Freud (até aonde parou a matéria).
3007: Saberes humanos; Cosmogonia; Sócrates; Pensadores malditos: Nieztsche e Freud.
3004: Saberes humanos; Cosmogonia; Sócrates; Platão (até aonde parou a matéria); Pensadores malditos: Freud.


Justificativa do acréscimo de matéria para as turmas de segunda-feira: essas turmas terão aula normal entre datas, logo isso acarretará acréscimo.

2015/11/03

LHC: Agenda de Avaliações 4º bim./2015

3003, 3004 e 3007: 
29/10 (Bloco I de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
05/11 (Bloco II de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
12/11 (Bloco III de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
19/11 (Bloco IV de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
26/11 (Teste);
03/12 (Prova);
10/12 (Rec. Paral.).

3006, 3009 e 3008: 
30/10 (Bloco I de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
06/11 (Bloco II de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
13/11 (Bloco III de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
27/11 (Bloco IV de exercícios. Valor: 0,5 pontos e Teste);
04/12 (Prova);
11/12 (Rec. Paral.).

Alpha 4º bim./2015 Trabalho de Filosofia.

Trabalho de Filosofia
4º bim./2015

Valor: 2,0 (dois pontos)
* Turmas: 301 e 302.
* Data de entrega: 301(09/11) e 302 (13/11).
* Dividir cada turma em 4 grupos, com um "Administrador" cada, que entregará o trabalho.
* Síntese das ideias principais dos vídeos elencados para cada grupo, mínimo uma lauda, máximo 2, se digitado na seguinte formatação: fonte Times New Romam, tamanho 12, todas as margens 1,5 cm (menu configurar página), espaçamento entre linhas duplo.
* O trabalho deve conter cabeçalho completo, como: escola, bimestre, data, nome e número completo de cada membro do grupo.
Obs.: para cada ítem não atendido será descontado 0,1 (um décimo) de todos os membros.
*Cada grupo tem o seu vídeo específico para fazer a síntese.

Grupo 1:


Grupo 2:


 Grupo 3:

 

Grupo 4:

2015/10/08

FAETEC/ETEJBM 3ª Etapa/2015 Agenda de Avaliações

* 210, 221, 231, 240, 230, 310, 331 e 332:
04/11 (Bloco I de exercícios. Valor: 1,0 pontos);
11/11 (Bloco II de exercícios. Valor: 1,0 pontos);
11/11 (Prova);
18/11 (Aula de Rec. Paral.);
25/11 (Avaliação de Rec. Paral.).

2015/08/15

FAETEC/ETEJBM 2ª Etapa/2015 Agenda de Avaliações

* 210, 221, 240, 230 e 310:
05/08 (Bloco I de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
13/08 (Bloco II de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
19/08 (Bloco III de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
26/08 (Bloco IV de exercícios. Valor: 0,5 pontos e Prova);
02/09 (Aula de Rec. Paral.);
09/09 (Avaliação de Rec. Paral.).
Obs.: 1º ano Simulado ENEM-JBM (data marcada pela Direção Pedagógica) e 2º e 3° ano Simulado ENEM-FGV (data marcada pela Fundação Getúlio Vargas - FGV).

* 231, 331 e 332:
05/08 (Bloco I de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
13/08 (Bloco II de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
19/08 (Bloco III de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
26/08 (Bloco IV de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
02/09 (Prova);
09/09 (Aula de Rec. Paral.);
16/09 (Avaliação de Rec. Paral.).
Obs.: 1º ano Simulado ENEM-JBM (data marcada pela Direção Pedagógica) e 2º e 3° ano Simulado ENEM-FGV (data marcada pela Fundação Getúlio Vargas - FGV).

LHC: Agenda de Avaliações 3º bim./2015

3003, 3004 e 3007: 
27/08 (Bloco I de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
03/09 (Bloco II de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
10/09 (Bloco III de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
17/09 (Bloco IV de exercícios. Valor: 0,5 pontos e Teste);
24/09 (Prova);
01/10 (Rec. Paral.).

3006, 3009 e 3008: 
28/08 (Bloco I de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
04/09 (Bloco II de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
11/09 (Bloco III de exercícios. Valor: 0,5 pontos);
18/09 (Bloco IV de exercícios. Valor: 0,5 pontos e Teste);
25/09 (Prova);
02/10 (Rec. Paral.).

2015/06/17

LHC: Agenda de Avaliações 2º bim./2015

3003, 3004 e 3007: 
18/06 (Bloco I e Teste);
25/06 (Bloco II e Prova);
02/07 (Bloco III e Rec. Par.);
09/07 (Bloco IV).
3006, 3009 e 3008: 
19/06 (Bloco I);
26/06 (Bloco II e Teste);
03/07 (Bloco III e Prova);
10/07 (Bloco IV e Rec. Paral.).

Bloco de Exercícios 2º ano JBM/FAETEC 2ª etapa/2015


2015/04/07

FAETEC/ETEJBM 1ª Etapa/2015 Agenda de Avaliações

* 121, 132, 210, 310 e 332:
- 29/04 (Teste e recolhimento dos vistos de atividades)
- 06/05 (Prova)
- 03/07 (Prova de Recuperação Paralela)

LHC: Agenda de Avaliações 1º bim./2015

3003: 16/04 (Teste); 09/04 (Prova); 23/04 (Rec. Par.); 
Obs. 3003: Recolhimento dos vistos início 23/04.


3004: 16/04 (Teste); 09/04 (Prova); 23/04 (Rec. Par.); 
Obs. 3004: Recolhimento dos vistos início 23/04.


3006: 10/04 (Teste); 17/04 (Prova); 24/04 (Rec. Par.); 
Obs. 3006: Recolhimento dos vistos início 17/04.

3007: 16/04 (Teste); 09/04 (Prova); 23/04 (Rec. Par.); 
Obs. 3007: Recolhimento dos vistos início 23/04.

3008: 10/04 (Teste); 17/04 (Prova); 24/04 (Rec. Par.); 
Obs. 3008: Recolhimento dos vistos início 17/04.

3009: 10/04 (Teste); 17/04 (Prova); 24/04 (Rec. Par.); 
Obs. 3009: Recolhimento dos vistos início 17/04.

2014/11/04

LHC: Agenda de Avaliações 4º bim./2014

3002: 28/11 (Teste); 05/12 (Prova); 12/12 (Rec. Par.); 
Obs. 3002: Recolhimento dos vistos início 28/11 até 05/12.

3003: 24/11 (Teste); 01/12 (Prova); 08/12 (Rec. Par.); 
Obs. 3003: Recolhimento dos vistos início 24/11 até 01/12.

3004: 05/12 (Teste); 28/11 (Prova); 12/12 (Rec. Par.); 
Obs. 3004: Recolhimento dos vistos início 28/11 até 05/12.

3005: 18/11 (Teste); 02/12 (Prova); 09/12 (Rec. Par.); 
Obs. 3005: Recolhimento dos vistos início 18/11 até 02/12.

3006: 05/12 (Teste); 28/11 (Prova); 12/12 (Rec. Par.); 
Obs. 3006: Recolhimento dos vistos início 28/11 até 05/12.

3007: 02/12 (Teste); 18/11 (Prova); 02/12 (Rec. Par.); 
Obs. 3007: Recolhimento dos vistos início 18/11 até 02/12.


Obs. todas turmas: Quem fizer a prova do SAERJ com responsabilidade receberá 1,0 (um ponto) extra. Para recebê-lo deverá assinar a lista de presença de Filosofia no dia da prova. Também receberá 1,0 (um ponto) extra quem está participando da iniciativa proposta pelo Liceu (Reforço para o ENEM em Português e Matemática) todas quintas-feiras pela manhã, de acordo com a avaliação das professoras responsáveis pelo projeto que encaminhará listagem com os alunos frequentes e atuantes ao projeto.
Boa sorte e Bons estudos.

2014/10/28

FAETEC/ETEJBM 3ª Etapa/2014 Agenda de Avaliações

* 110, 210, 310 e 340:

- 12/11 (Teste e recolhimento dos vistos de atividades)
- 19/11 (Prova)
- 26/11 (Prova de Recuperação Paralela)
Matéria: Todos os pensadores trabalhados em aula encontrados pelo índice onomástico ao final do livro, ou seja, estudar caderno e livro.
Boa sorte e Bons estudos.

2014/08/24

FAETEC/ETEJBM 2ª Etapa/2014 Agenda de Avaliações

* 110, 210, 310 e 340:

- 27/08 (Teste e recolhimento dos vistos de atividades)
- 03/09 (Prova)
- 10/09 (Prova de Recuperação Paralela)
Matéria: Todos os pensadores trabalhados em aula encontrados pelo índice onomástico ao final do livro, ou seja, estudar caderno e livro.
Boa sorte e Bons estudos.

LHC: Agenda de Avaliações 3º bim./2014

3002: 05/09 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 12/09 (Prova); 19/09 (Rec. Par.)
3003: 15/09 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 22/09 (Prova); 29/09 (Rec. Par.)
3004: 05/09 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 12/09 (Prova); 19/09 (Rec. Par.)
3005: 09/09 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 16/09 (Prova); 23/09 (Rec. Par.)
3006: 05/09 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 12/09 (Prova); 19/09 (Rec. Par.)
3007: 09/09 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 16/09 (Prova); 23/09 (Rec. Par.)
Matéria: Todos os pensadores trabalhados em aula encontrados pelo índice onomástico ao final do livro, ou seja, estudar caderno e livro.
Boa sorte e Bons estudos.

2014/04/16

FAETEC/ETEJBM 1ª Etapa/2014 Agenda de Avaliações


* 110, 210, 310 e 340:

- 07/05 (Teste e recolhimento dos vistos de atividades)
- 14/05 (Prova)
- 21/05 (Prova de Recuperação Paralela)

2014/03/22

LHC: Agenda de Avaliações 1º bim./2014

3002: 04/04 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 11/04 (Prova); 18/04 (Rec. Par.)
3003: 07/04 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 31/03 (Prova); 14/04 (Rec. Par.)
3004: 04/04 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 11/04 (Prova); 18/04 (Rec. Par.)
3005: 01/04 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 08/04 (Prova); 15/04 (Rec. Par.)
3006: 04/04 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 11/04 (Prova); 18/04 (Rec. Par.)
3007: 01/04 (Teste e recolhimento dos vistos no caderno); 08/04 (Prova); 15/04 (Rec. Par.)
Matéria: Todas as aulas e Capítulos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8 do livro.
Boa sorte e Bons estudos.

2013/10/31

Leibniz e a busca da harmonia. (2º ano do Ensino Médio/2013). ETEJBM.

LEIBNIZ E A BUSCA DA HARMONIA
Seria possível conciliar as diferenças existentes no mundo? Leibniz acreditava que sim. Por isso, procurava encontrar a harmonia entre elementos aparentemente díspares: o mundo natural e o mundo moral, a causa eficiente e a causa final, o corpo e a alma, Platão e Aristóteles, a escolástica e o racionalismo de inspiração cartesiana. A busca da harmonia era quase uma obsessão, que o levou à matemática, à física e, daí, à metafísica. Desse modo, ele acabou trilhando um caminho que foi do cálculo infinitesimal à descrição da lei divina que rege o universo.
Interessante é observar que harmonia era algo inexistente na Alemanha de 1646, quando nasce Gottfried Wilhelm Leibniz, em plena Guerra dos Trina Anos. O conflito termina oficialmente em 1648, pelos Tratados de Vestfália, mas resulta na dispersão da Alemanha em centenas de Estados, cada qual professando um dos credos rivais - catolicismo, luteranismo e calvinismo -, que encobrem os mais diversos interesses políticos e econômicos. Em meio às ruínas provocadas pela guerra, Leipzig, cidade natal de Leibniz, é uma das poucas que mantêm certa estabilidade econômica.
Filho de um professor universitário, Leibniz desde cedo lê obras filosóficas na biblioteca do pai. Aos 15 anos de idade, ingressa na Universidade de Leipzig. Depois transfere-se para as de Iena e Altdorf. Nesta última, em 1666, obtém o título de doutor.
Embora convidado a lecionar em Altdorf, Leibniz prefere seguir carreira política e diplomática. Consegue ser admitido na corte do arcebispo de Mogúncia, que, em 1672, o encarrega de uma missão diplomática na França. Ali, conhece as principais figuras do mundo intelectual da época, como Malebranche e o jansenista Arnauld, e estuda escritos matemáticos de Pascal, que tiveram certa influência na formulação do cálculo infinitesimal, em 1676.
Nesse mesmo ano, aceita o cargo de bibliotecário do duque de Hanôver, e, a serviço deste, realiza várias missões diplomáticas, às quais associa um sonho pessoal: reunificar os cristãos, harmonizando e conciliando o protestantismo e o catolicismo. Tais tentativas, porém, dão em nada. No final da vida, Leibniz, que havia acumulado grande prestígio e influência nos meios políticos e científicos de toda a Europa, cai no esquecimento. Quando de sua morte, em 1716, em Hanôver, apenas a Academia das Ciências de Paris presta-lhe homenagem.
Paralelamente às obrigações político-diplomáticas, Leibniz desenvolve intensas atividades científicas e de caráter filosófico. Contribui para a criação de condições institucionais de pesquisa e de difusão da ciência, fundando, em 1682, a publicação Acta Eruditorum e, em 1700, a Sociedade de Ciências de Berlim, da qual foi presidente. Também foi membro da Royal Society, de Londres, a principal sociedade científica da época, e manteve uma rica correspondência com várias personalidades do mundo científico e filosófico de seu tempo.
Esses esforços associam-se ao ideal de Leibniz: o de harmonizar todo o conhecimento humano em um vasto sistema de "enciclopédia universal", projeto que já aparecia em Dissertação sobre a Arte Combinatória, de 1666. Nesta obra, Leibniz preconizava a aplicação da análise combinatória na constituição de uma "característica universal", ou seja, uma espécie de alfabeto que, pela combinação de caracteres, possibilitaria não apenas expor toda a ciência até então acumulada como também descobrir novos conhecimentos.
De certo modo, esse ideal ficou prejudicado por polêmicas em que Leibniz se envolveu, principalmente com os amigos de Isaac Newton, que reivindicavam para esse físico e matemático inglês a primazia de ter formulado o cálculo infinitesimal. Hoje sabe-se que Newton, antos antes de Leibniz, havia chegado a conclusões semelhantes às do "rival", sem no entanto as divulgar. Por outro lado, enqunato a fórmula de Newton destinava-se a suas investigações astronômicas e apresentava, por isso, um alcance limitado, a de Leibniz era universal e exprimia-se por um sistema de notação empregado até hoje.
Esse episódio mostra a dificuldade (ou a impossibilidade) da constituição de uma "ciência universal", e não apenas por razões teóricas. Mas Leibniz, mesmo abandonando a utopia da "característica universal", nunca deixou de buscar uma explicação sistemática e coerente da totalidade das coisas - preocupação constante em todos os seus escritos. A maioria, porém, permaneceria inédita por muito tempo. Foram poucas as obras que o próprio Leibniz publicou: pequenos ensaios como Discurso de Metafísica (1686) e A Monadologia (1714), ou tratados de maior fôlego, como Novos ensaios sobre o Entendimento Humano (1701 - 1704) - crítica a Ensaios sobre o Entendimento Humano, do filósofo inglês John Locke -, e Ensaios de Teodicéia (1710).
Da física à metafísica
"Suponhamos, por exemplo, que alguém lance ao acaso muitos pontos sobre o papel (...). Digo que é possível encontrar uma linha geométrica cuja noção seja uniforme e constante segundo uma certa regra, de maneira a passar esta linha por todos estes pontos e na mesma ordem em que a mão os marcara."
Palavras de Leibniz, para quem o método consiste não tanto em raciocinar ordenadamente, mas em buscar a ordem inscrita nas coisas. Isso, porém, é feito como no cálculo infinitesimal (ou diferencial e integral), de que Leibniz foi um dos formuladores: dada uma curva, é possível calcular a sua direção a partir de qualquer um de seus pontos, pois estes exprimem, cada um em si, o conjunto.
A rigor, não é o ponto que exprime o todo de uma curva, mas a tangente, que é uma linha. Para Leibniz, a linha não se define como o conjunto de infinitos pontos; é formada de linhas infinitamente pequenas, isto é, linhas infinitesimais. Isso significa que na geometria não há gradeza última, indivisível. Do mesmo modo, a natureza: "Cada porção da matéria", escreve Leibiniz, "pode ser concebida como um jardim cheio de plantas e como um lago cheio de peixes. Mas cada ramo de planta, cada membro de animal, cada gota de seus humores é ainda um jardim ou um lago".
A realidade é, então, um todo contínuo, sem interrupções, que não se esgota em alguma de suas partes, por ínfimas que sejam. Não há, portanto, o vazio, e Leibiniz, que nisso segue Descartes, não admite a existência do vácuo. Mas, exatamente porque esse todo pode ser subdividido em partes, Leibniz, ao contrário de Descartes, não considera a extensão como substância. Esta, por definição, deve ser simples, isto é, sem partes, enquanto a extensão sempre pode ser concebida como formada de partes, que, por sua vez, contêm partes ainda menores e assim indefinidamente.
A extensão também não pode ser substância, pois, se assim fosse, ficaria inexplicável o próprio objeto da física: o movimento. Este havia sido deduzido, por Descartes, como um dos atributos da res extensa, e equivaleria ao deslocamento de um corpo que, chocando-se com outro, o substitui. A direção do movimento seria definida instantaneamente no momento desse choque e, neste, a quantidade do movimento - que Descartes identificou com a noção de força - seria sempre constante.
Para Leibniz, porém, essa concepção é inaceitável. Isso porque, segundo o princípio da continuidade da realidade, não pode haver uma alteração instantânea do movimento. Num choque, cada ínfima parte do corpo deve perder gradativa e sucessivamente o movimento até readquiri-lo em sentido oposto. Além disso, Descartes confunde a quantidade do movimento com a força - o que Leibniz mostra indicando a diferença entre os movimentos de dois corpos em queda livre (calculados de acordo com a lei de Galileu) e sua força. A constância não está na quantidade de movimento (que se expressa na fórmula mv, sendo m a massa, e v a velocidade), mas na força.
A distinção entre força e movimento é fundamental, mesmo porque, a rigor, "o movimento (...) não é coisa inteiramente real, e, quando v´rios corpos mudam de situação entre si, é impossível determinar (...) a qual dentre eles se deve atribuir o movimento ou o repouso". A força, ao contrario, é "mais real": atributo do corpo, é ela a causa interna do movimento. O corpo, por isso, não se define apenas como extensão e seus atributos - tamanho, figura e movimento. É também dotado, interiormente, de uma força dinâmica.
Com essas considerações, Leibniz passa da física à metafísica. Para ele, a força, na medida em que se distingue dos atributos corpóreos e geométricos, é um princípio metafísico sobre o qual se apóia a própria física. A força é a "primeira enteléquia" - termo empregado por Aristóteles para designar a perfeição de uma coisa, atualizada por uma atividade que lhe é intrínseca e própria.
Mas atividade própria exatamente a quê, se os corpos podem ser subdivididos em partes? É preciso, então, supor a substância, a unidade sem partes e indivisível, de que tudo é composto e agregado. E, como "na Natureza nunca há dois seres perfeitamente idênticos", é também preciso conceber uma multiplicidade de substâncias, cada qual com qualidades distintas, de modo que a agregação delas resulte em seres individuais também distintos. Enquanto Espinosa supunha apenas uma substância (Deus) e Descartes, três (Deus, res cogitans e res extensa), Leibniz propõe um número infinito de substâncias, a que dá o nome de mônada (do grego monas, isto é, "unidade").
O mundo completo das mônadas
Indivisíveis, sem partes, as mônadas não podem ser materiais. São, então, da ordem espiritual; são idéias e expressam (ou representam - Leibniz não distingue a expressão da representação). Mas expressam o quê? Leibniz responde: "E, assim como a mesma cidade parece outra e se multiplica perspectivamente sendo observada de diversos lados, o mesmo sucede quando, pela infinita quantidade das substâncias simples, parece haver outros tantos universos diferentes, que, no entanto, são apenas as perspectivas de um só, segundo os diferentes pontos de vista de cada mônada". desse modo, cada mônada expressa a totalidade das coisas segundo os pontos de vista; é, portanto, "um espelho vivo e perpétuo do universo". O mundo físico e corporal é, então, composto de representações das mônadas.
O ato pelo qual as mônadas representam o universo chama-se percepção. Esta, porém, não é fixa: cada mônada tende para representações perfeitas, e o princípio interno (a força) que provoca tal tendência recebe o nome de apetência. As mônadas distinguem-se entre si por graus diferentes de perfeição da percepção, que as distribuem em uma série hierarquizada, desde as "mônadas nuas, em que as representações são confusas, até as "superiores", em que a percepção é acompanhada de apercepção, isto é, de auto-representação ou consciência.
Cada mônada é "como um mundo completo" e, além disso, ditada de uma força dinâmica que a faz tender para a perfeição da representação. Isso significa que as mônadas são propriamente enteléquias, "pois contêm em si uma certa perfeição, e têm uma suficiência a torná-las fontes de suas ações internas". Em outras palavras, as mônadas são independentes entre si, isto é, cada uma delas não sofre nenhuma ação exterior da outra, as infinitas mônadas, porém, constituem uma série ordenada de graus de perfeição. Cada mônada, segundo a famosa imagem usada por Leibniz, é como um relógio que marca a mesma hora que os demais, meso funcionando independentemente. Ou então é como a linha infinitesimal que exprime a linha de uma curva em sua totalidade, embora esta não possa ser conhecida por estender-se até o infinito.
Mas a ideia de relógios que marcam a mesma hora ou de linhas que exprimem o todo impossível de conhecer requer que algo tenha ajustado os relógios ou que possua o conhecimento da linha como um todo. Esse algo não pode ser uma substância entre outras mônadas, pois estas representam o universo de um ponto de vista particular e, por isso, finito. Cada uma delas também tende ao máximo grau de perfeição que lhe é possível, mas isso também significa que são imperfeitas. E seres finitos e imperfeitos não são capazes de ordenar as infinitas mônadas.
Essa ordenação, que se faz segundo o que Leibniz denomina harmonia preestabelecida, só pode ser criada por uma substância infinita e perfeita, que contenha como infinitas representações e percepções de todas as mônadas. Essa substância deve estar separada das outras. Mais do que isso, deve ser a criadora das mônadas, que dela dependem. Deus é o nome dado a essa substância infinita, perfeita, criadora de todas as coisas e da harmonia preestabelecida.

Fonte:
ABRÃO, Bernadete Siqueira (org.). História da Filosofia. São Paulo: Ed. Nova Cultural, 2004, p. 224 - 231.

2013/10/29

FAETEC/ETEJBM 2ª Etapa/2013 Agenda de Avaliações

* 320, 331 e 240:
- 05/11 (Teste e entrega do resumo)
- 12/11 (Prova)
- 19/11 (Aula de Recuperação Paralela)
- 19/11 (Prova de Recuperação Paralela)

* 210 e 110:
- 06/11 (Teste e entrega do resumo)
- 13/11 (Prova)
- 20/11 (Aula de Recuperação Paralela)
- 20/11 (Prova de Recuperação Paralela)

Obs.: O resumo deverá ser entregue no dia do Teste.

2013/10/24

LHC Agenda de avaliações 4º Bimestre/2013

3001: 22/11 (Entrega do resumo e Teste); 29/11 (Prova); 06/12 (Rec. Par.)
3002: 22/11 (Entrega do resumo e Teste); 29/11 (Prova); 06/12 (Rec. Par.)
3003: 12/11 (Entrega do resumo e Teste); 19/11 (Prova); 26/11 (Rec. Par.)
3004: 29/11 (Entrega do resumo e Teste); 02/12 (Prova); 07/12 (Rec. Par.)
3005: 12/11 (Entrega do resumo e Teste); 19/11 (Prova); 26/11 (Rec. Par.)
3006: 14/11 (Entrega do resumo e Teste); 21/11 (Prova); 28/11 (Rec. Par.)

Obs.: O resumo neste bimestre será entregue na mesma data do Teste.
Feliz Natal e um próspero Ano Novo!
Prof. Kauê Martins.

2013/08/30

LHC Agenda de avaliações 3º Bimestre/2013

3001: 20/09 (Teste); 27/09 (Entrega do resumo e Prova); 04/10 (Rec. Par.)
3002: 20/09 (Teste); 27/09 (Entrega do resumo e Prova); 04/10 (Rec. Par.)
3003: 17/09 (Teste); 27/09 (Entrega do resumo e Prova); 01/10 (Rec. Par.)
3004: 20/09 (Teste); 27/09 (Entrega do resumo e Prova); 04/10 (Rec. Par.)
3005: 17/09 (Teste); 10/09 (Entrega do resumo e Prova); 01/10 (Rec. Par.)
3006: 19/09 (Teste); 26/09 (Entrega do resumo e Prova); 03/10 (Rec. Par.)